Brasil tem pior campanha em Copa desde 1990 e amplia jejum para 28 anos após queda para a Noruega
A eliminação do Brasil para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 foi consolidada, pelos números, como a pior campanha da Seleção em Mundiais desde 1990. Análises apontam que o maior campeão do torneio agora soma um jejum histórico de 28 anos sem conquistar a taça.
Derrota para a Noruega vira pior campanha do Brasil em Copas e amplia jejum de títulos
A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 não foi apenas mais uma queda precoce: os números consolidam o torneio como a pior campanha do Brasil desde 1990 e ampliam para 28 anos o jejum sem conquistar o Mundial.
Segundo a análise da Sporting News, o Brasil, maior campeão da história, se despediu da Copa ainda nas oitavas ao perder por 2 a 1 para a Noruega, em 5 de julho, em East Rutherford, tendo Erling Haaland como grande algoz.
Queda para a Noruega marca fim precoce da campanha
A derrota para a Noruega em 5 de julho, no MetLife Stadium, sacramentou a saída do Brasil do Mundial de 2026 já nas oitavas de final.
De acordo com o resumo da competição publicado pelo Sporting News, Haaland marcou os dois gols noruegueses, ambos no segundo tempo. Neymar, de pênalti no último minuto dos acréscimos, ainda descontou, mas não evitou a eliminação.
A mesma visão aparece em análise da Gazeta do Povo, que detalha que Haaland fez os dois gols da Noruega, enquanto o gol brasileiro saiu em cobrança de pênalti de Neymar Jr., já nos acréscimos da etapa final.
O desempenho, com queda nas oitavas, é classificado pela Sporting News como a pior campanha brasileira em Copas desde 1990.
Campanha em 2026: classificação sofrida e despedida nas oitavas
Antes da eliminação, o Brasil viveu uma campanha de altos e baixos na fase de grupos e nos mata-matas.
No Grupo C, a equipe estreou com empate em 1 a 1 contra o Marrocos, em 13 de junho, com gol de Vini Jr., conforme relata a Gazeta do Povo.
Depois, a seleção comandada por Carlo Ancelotti encaminhou a vaga ao vencer o Haiti por 3 a 0, com dois gols de Matheus Cunha e um de Vini Jr., segundo resumo da Abc do ABC.
Na sequência, o Brasil "carimbou o passaporte" para os mata-matas ao derrotar a Escócia por 3 a 0, em exibição de gala no Hard Rock Stadium, de acordo com a mesma Abc do ABC.
Já nos 16-avos de final, o Brasil sofreu, mas virou sobre o Japão por 2 a 1, classificando-se às oitavas de final nos acréscimos, como relatam Abc do ABC e Papo de Bola.
Foi justamente nas oitavas que veio a queda diante da Noruega e de Haaland, encerrando o caminho brasileiro na Copa.
Jejum histórico de 28 anos e impacto para a Seleção
A análise da Sporting News coloca a campanha de 2026 em perspectiva histórica: o Brasil acumula agora 28 anos de jejum sem levantar a taça da Copa do Mundo, o maior período sem título desde que passou a disputar o torneio.
O texto destaca que o maior vencedor da história do Mundial se despediu mais uma vez antes das fases decisivas, reforçando a frustração recente em Copas. A eliminação para a Noruega, em jogo marcado pelo protagonismo de Haaland e pelo gol tardio de Neymar, acentua a sensação de decepção em torno da Seleção.
Sem avançar além das oitavas e com uma campanha classificada como a pior desde 1990, o Brasil deixa a Copa de 2026 sob forte questionamento sobre desempenho, planejamento e capacidade de voltar ao topo do futebol mundial.